segunda-feira, fevereiro 9

Copy Paste...
Vcs podem perceber q estou sumida, ao ponto de nem estar lendo o blog de vcs, bom, dando uma olhada no do MS vejo um post q nós dicutimos quem iria postar, afinal os dois presenciaram domingo retrasado aqui no meier o fato postado, como ele viu td de camarote, diga-se, eu estava de costas, falei p/ ele postar, mas me esqueci completamente de ler o blog dele e, de escrever qualquer coisa tb, amanha devo postar algo de minha autoria, pq hj estou com piriri, um baita dor de cabeça, não fui trab. e pelo visto tb não vou ganhar o bombom q tds os alunos ganham no primeiro dia de aula, tá, podem me chamar de esfomeada, mas gosto do bombom poxa.
Aí vai...

"Fui convidado a esvaziar algumas garrafas lá no Méier, na companhia da Flávia e da Sílvia (mordam-se de inveja, mortais). Na mesa, além de nós três estariam dois amigos da Sílvia e mais o grande Fernando, que toca comigo na Tsunami. Tudo maravilha: cerveja gelada, bate-papo super legal, bolinhos de aipim com bastante carne seca (só não foi melhor porque a Flavinha não pode ir por causa de trabalho). O que pode faltar numa situação dessas? Riso, oras! Aliás, o riso ficou por conta de um sujeito que veio cominhando próximo ao muro do bar e conseguiu uma fantástica façanha: deu de cara com um poste.

Não acreditei no que vi: o cara veio caminhando, a rua estava deserta e mesmo assim ele acertou uma narigada no poste. E olhando prá frente, o que é pior. Confesso que já bati o meu nariz - não contra um poste, mas contra uma árvore - mas eu estava olhando um jogo de futebol que se passava na praia. Não justifica a patetice, mas é menos pior. Ficamos olhando o sujeito que, incrédulo, levou a mão ao nariz e depois ao poste. Parecia que ele não estava acreditando que tinha trombado com um objeto estático de 3,5m de altura. Tentamos segurar o riso, enquanto o pobre rapaz ia embora, incrédulo, mas as gargalhadas tomaram a mesa quando lembramos do barulho que a pancada produziu (era um daqueles postes de metal).

Um amigo meu costumava dizer: quem mora no Méia não bobéia. Mas esse bobeou feio..."